Um relatório apresentado nesta quarta-feira pelo Crea-RJ revelou que a Tijuca é atualmente o bairro com o maior risco de explosão de bueiros no Rio. De acordo com o estudo feito pela Concremat, empresa responsável pelo monitoramento de presença de gás nos bueiros da cidade, 8% dos bueiros da Tijuca têm 80% a 100% de risco de explodir. O índice é quatro vezes maior que o segundo colocado, o Centro, com 2%.
"O resultado surpreendeu bastante, pois acreditávamos que os bairros que apresentariam maior quantidade de caixas de inspeção com risco de explosividade seriam Copacabana e Centro", afirmou em nota Luiz Antônio Cosenza, Coordenado da Comissão de Análise e Prevenção de Acidentes (CAPA) do Crea-RJ.
Durante a madrugada desta quarta-feira a prefeitura informou que foram localizados mais sete bueiros com alto risco de explodir na Tijuca, durante uma vistoria do monitoramento independente. Todos os bueiros em risco ficam na rua Conde de Bonfim, uma das principais do bairro.
Ainda de acordo com o estudo, Copacabana e Botafogo apresentaram menos de 1% de bueiros com risco, e não foi constatada a presença de gás em Ipanema. De acordo com o Crea, entre os dias 11 e 31 de agosto foram inspecionados 1.920 bueiros.
No início da tarde desta quarta-feira, um bueiro soltou fumaça na Rua Julio Carmo, na Cidade Nova, e assustou os pedestres. O bueiro fica a cerca de 200 metros da entrada da estação do metrô da Praça Onze, e uma equipe da Light esteve no local e isolou a área, próxima ao prédio da Gerência Regional do Centro da Cedae. Segundo a concessionária, o problema foi causado pelo contato da água da caixa subterrânea com o material elétrico aquecido causou a liberação do vapor.
"Não houve nenhuma anormalidade nos equipamentos da companhia, nem interrupção no fornecimento de energia. A Light ainda esclarece que, em casos desse tipo, a água pode ser proveniente de chuva, de galerias pluviais, de algum vazamento decorrente do sistema de abastecimento ou de estabelecimentos comerciais e residenciais, como em casos de lavagem de garagens, lojas, calçadas etc", diz trecho da nota.
Mais cedo, um bueiro explodiu na Rua Senhor dos Passos, onde fica o mercado popular Saara, no Centro do Rio. De acordo com a Sociedade dos Amigos e Adjacências da Rua da Alfândega (S.A.A.R.A ), em carta ao presidente da Light, Jerson Kelman, houve pânico, mas ninguém ficou ferido.
"Já não é a primeira vez que um acidente grave como este acontece, mas graças a Deus não houve vítimas. (...) Pedimos total atenção da Light para que acidentes como os de hoje não voltem a acontecem na Saara ou em nenhuma parte da nossa cidade", diz trecho da carta.
Na terça-feira, as vistorias independentes já haviam identificado oito bueiros com alto risco de explosão no Centro. Sete destes bueiros ficam na Rua Treze de Maio e um na Avenida Almirante Barroso, próximo à esquina com a própria Treze de Maio. Com a constatação do risco, a secretaria acionou o Centro de Operações Rio e as concessionárias Light e CEG, cujas equipes trabalharam no local. A prefeitura determinou a inspeção após a explosão, na tarde de segunda-feira, numa caixa de passagem da CET-Rio, na própria Rua Treze de Maio.
"O resultado surpreendeu bastante, pois acreditávamos que os bairros que apresentariam maior quantidade de caixas de inspeção com risco de explosividade seriam Copacabana e Centro", afirmou em nota Luiz Antônio Cosenza, Coordenado da Comissão de Análise e Prevenção de Acidentes (CAPA) do Crea-RJ.
Durante a madrugada desta quarta-feira a prefeitura informou que foram localizados mais sete bueiros com alto risco de explodir na Tijuca, durante uma vistoria do monitoramento independente. Todos os bueiros em risco ficam na rua Conde de Bonfim, uma das principais do bairro.
Ainda de acordo com o estudo, Copacabana e Botafogo apresentaram menos de 1% de bueiros com risco, e não foi constatada a presença de gás em Ipanema. De acordo com o Crea, entre os dias 11 e 31 de agosto foram inspecionados 1.920 bueiros.
No início da tarde desta quarta-feira, um bueiro soltou fumaça na Rua Julio Carmo, na Cidade Nova, e assustou os pedestres. O bueiro fica a cerca de 200 metros da entrada da estação do metrô da Praça Onze, e uma equipe da Light esteve no local e isolou a área, próxima ao prédio da Gerência Regional do Centro da Cedae. Segundo a concessionária, o problema foi causado pelo contato da água da caixa subterrânea com o material elétrico aquecido causou a liberação do vapor.
"Não houve nenhuma anormalidade nos equipamentos da companhia, nem interrupção no fornecimento de energia. A Light ainda esclarece que, em casos desse tipo, a água pode ser proveniente de chuva, de galerias pluviais, de algum vazamento decorrente do sistema de abastecimento ou de estabelecimentos comerciais e residenciais, como em casos de lavagem de garagens, lojas, calçadas etc", diz trecho da nota.
Mais cedo, um bueiro explodiu na Rua Senhor dos Passos, onde fica o mercado popular Saara, no Centro do Rio. De acordo com a Sociedade dos Amigos e Adjacências da Rua da Alfândega (S.A.A.R.A ), em carta ao presidente da Light, Jerson Kelman, houve pânico, mas ninguém ficou ferido.
"Já não é a primeira vez que um acidente grave como este acontece, mas graças a Deus não houve vítimas. (...) Pedimos total atenção da Light para que acidentes como os de hoje não voltem a acontecem na Saara ou em nenhuma parte da nossa cidade", diz trecho da carta.
Na terça-feira, as vistorias independentes já haviam identificado oito bueiros com alto risco de explosão no Centro. Sete destes bueiros ficam na Rua Treze de Maio e um na Avenida Almirante Barroso, próximo à esquina com a própria Treze de Maio. Com a constatação do risco, a secretaria acionou o Centro de Operações Rio e as concessionárias Light e CEG, cujas equipes trabalharam no local. A prefeitura determinou a inspeção após a explosão, na tarde de segunda-feira, numa caixa de passagem da CET-Rio, na própria Rua Treze de Maio.












